Uma noite com minha tia

Entrei no quarto e a minha tia estava deitada na cama, de bruços. O calor do quarto era quase insuportável, e o reflexo da pouca luz exterior fazia brilhar o suor nas suas coxas grossas. Que bunda grande! Enorme. Redonda. As pernas arreganhadas faziam a combinação perfeita com aquele shortinhos leve e solto. Conseguia ver o reguinho da sua calcinha. Olhava petrificado para aquela cena maravilhosa junto aos pés da cama. Ao mesmo tempo eu estava tremendo de nervosismo. Meu pau ficou duro vendo aquela bunda gostosa e empinada. Imaginava o gosto ácido e doce daquela buceta... Como eu a queria molhada, escorrendo na minha boca...
Não me agüentava. Dei um, dois passos e fiquei ao lado da cama. O rosto dela estava virado. Dormia profundamente. A luz mínima que vinha da sala era suficiente para eu assistir aquele show de mulher. Pernas lisinhas, coxas grossas... Minha visão acostumava-se cada vez mais com a penumbra, e eu percebi que ela estava sem sutiã. Deliciosa.
Eu estava ficando louco. Minha respiração estava forte e meu coração parecia querer sair pela boca. Se alguém me pega ali eu estava fodido. Mas não agüentei. Curvei-me um pouco e aproximei minha mão a um centímetro daquela bunda enorme. Como estava quente. Sentia na palma da minha mão o calor que vinha da sua pele. Estava pegando fogo. Eu tinha de me segurar. “E se ela acorda? Não é possível, você está ficando totalmente maluco!”, pensei comigo mesmo. Mas o tesão falou mais alto e eu dei um grande “foda-se” pra tudo.
Encostei levemente minha mão naquela bunda espetacular. Deixei-a lá, em repouso. Acho que naquele momento minha respiração cessou, e meu coração parou de bater. “Agora é que eu me fodo legal”. Mas não houve qualquer movimento. Ela continuava dormindo profundamente. E todos lá fora também.
Aquilo me encorajou. Coragem de um insano. Desci minha mão para a perna dela. Quente. Eu já pingava em suor. Sentei na cama e aproximei meu rosto daquela bunda fantástica pra ver de perto o reguinho que aquele shorts me permitia ver. Parecia um convite. Que cena maravilhosa! A calcinha era minúscula e dava pra ver os pelinhos em torno da buceta, até um pouquinho das pregas do cuzinho. Fiquei enlouquecido. Nesta hora a cabeça do meu pau já pulava pra fora da cueca. Tirei o pinto pra fora, rijo como uma pedra. Foi quando senti aquele cheiro. Aquele cheiro de fêmea, de buceta, buceta gostosa. Aquele cheiro entrou pelas minhas narinas, e do pulmão percorreu meu corpo ate chegar no meu pau, que pulsava latejante.
Não podia parar por ali. Era demais para mim. De leve, afastei um pouco mais aquele shortinhos. Quase morri de susto, quando ela se mexeu. Levantei da cama, coloquei a mão na boca e paralisei. Meu coração já estava na garanta.
Ainda dormindo ela se virou. Agora estava deitada de costas, uma perna flexionada para o lado, a outra bem estendida, como se estivesse me falando: “Vem sobrinho, me come... me come...”.
Refiz-me do susto, retomei a respiração. Nos desarranjos do sono um dos seus seios despontava parcialmente para fora da blusa, blusa esta tão leve e tão folgada quanto aquele shortinhos denunciador. Dava para ver o biquinho do peito dela. Estava durinho. Empinadinho. Fiquei empinotizado e se fez água na minha boca. Engoli. E me aproximei sentando-me novamente na cama. Aproximei-me daquele seio, como era perfumado. Cheguei a abrir a boca, louco pra mamar naquela teta a meio centímetro de mim. Segurava-me pra não fazer aquela loucura. Que sofrimento!
Então veio o maior susto. Olhei para o seu rosto e estava com os olhos abertos. Olhei fixamente para aqueles olhos, como se quisesse ter certeza... Estavam mesmo abertos! Ela me olhava com uma expressão séria, mas não de espanto, como se estivesse a perguntar: “O que você pensa que esta fazendo, seu filho-da-puta?”.
Fui me afastando vagarosamente, pensando mil coisas: como me desculparia, o escândalo que estaria para começar a fazer, a vergonha que eu passaria na frente dos meus parentes, e o meu tio... Puta-que-pariu, meu tio!!! Estava totalmente fodido! Ele ia me socar a cara, e com razão!
Foi então que ela levou o dedo indicador próximo aos lábios e fez um sinal de silêncio. Levantou-se com cuidado, me olhando nos olhos, foi ate a porta do quarto, trancou-a. Voltou, parou na minha frente. Só então me dei conta que ainda tinha meu pau na mão, mas já não estava mais duro por causa do susto. Ela olhou pra ele, deu um sorrisinho e perguntou: “O que temos aqui?”. Meu pau parecia ressuscitar. Ajoelhou-se. E bem de frente pra ele, abaixou minha bermuda e minha cueca até os pés, segurou minha pica com muito carinho e disse sussurrando: “Agora você vai ter o que merece, mocinho...”.
Engoliu carinhosamente a cabeça do meu pau, que já estava latejando novamente. Mamou aquela cabeça com um carinho de tia para sobrinho. Boquinha macia, quente, molhada. Foi engolindo cada vez mais, mais, e logo o tinha inteiro na boca. Eu a segurava pelos cabelos, assistindo tudo com atenção. Chamei-a de vadia. Sem tirar meu pau da boca ela me olhou, um olhar de desaprovação, safada, e sugou meu pau com força.
– Repete.
– Tia vadia...
– Moleque mal educado – continuou sugando com força.
– Vou gozar na tua boca, minha tia safada...
– Filho-da-puta. Goza agora!
Dez segundos depois despejei uma porra espessa na sua boca. Tive que me controlar para não urrar. Segurei os cabelos dela com forca, e a cabeça do meu pau tocava fundo na garganta dela, depositando os últimos jatos do meu gozo. Ela continuou chupando, meu pau doía gostoso. Eu olhei pra ela e percebi que a sua fome de sexo a fez engolir tudinho. Ela passava a língua nos lábios, procurando vestígios daquele líquido saboroso.
– Agora é a sua vez, moleque safado.
Deitou-se na cama e me puxou pelo braço sobre ela. Deu-me um longo beijo. Desgraçada! Senti um pouco do gosto da minha própria porra. Ela apertava com força minha bunda e se esfregava com tamanha volúpia no meu pau, parecia que queria que ele furasse a calcinha dela. Foi então que com dois golpes rápidos ela sentiu o céu desabar: com uma das mãos afastei a calcinha ensopada para o lado, e enterrei de uma só vez meu pau na buceta dela. Era apertadinha, mas entrou como faca na manteiga. Ela deu um gritinho e me xingou: “Filho-da-puta!”.
Foram estocadas fortes, mas ritmadas e controladas para não fazer muito barulho. Ela abria as pernas como se quisesse rasgar um pouco mais a própria buceta. Pegou o travesseiro e mordeu uma ponta, para abafar o seu desespero de gata no cio. Fazia uma cara quase que de choro, tamanho o tesão. Às vezes tirava o travesseiro da boca e repetia baixinho: “Filho-da-puta, filho-da-puta, fode sua tia, fode! Fode gostoooooso, vai, enfia tudo, enfia tudo!!!”.
Aquilo me matava de tesão. Que buceta deliciosa! Quente, molhadíssima. Socava com força, esquecemos do mundo lá fora.
– Vagabunda!
Aquela comida estava maravilhosa mas eu precisava fazer uma coisa. Tirei meu pau e fui descendo, beijando seu pescoço. Suávamos em bicas, eu e ela, e seu gosto salgado me deu mais tesão ainda. Éramos dois animais naquele quarto. Desci mais, e mamei naqueles seios fartos. E como mamei. Chupei forte aqueles biquinhos, chupei pra doer, mas ela parecia adorar. Mordi aqueles seios, enfiei minha cara neles, e ela colocava as mãos na cabeça, se contorcendo toda. Desci mais, lambi sua barriguinha, ela se contorcia mais e mais.
- Desce mais, vai lá, vai lá... Chupa a buceta gostosa da sua tia, chupa!
Cheguei onde eu queria. O cheiro forte daquela buceta me embriagou e eu não perdi mais tempo. Enfiei gostoso a minha língua naquela buceta. Como era gostosa. Deliciosa! Passei minha língua em toda a sua extensão, com o vigor de um cachorro. Parei no grelinho dela com a ponta de minha língua, dando empurrõezinhos rápidos, sucessivos... Olhei pra cima e ela estava com o travesseiro todo no rosto, se contorcendo feito uma louca, abafando os gritinhos. Aquilo me excitou mais ainda e enfiei fundo a minha língua naquela buceta saborosa. Enfiei mesmo, fodi ela com a minha língua e ela quase morria de tesão. Com uma das mãos ela segurou nos meus cabelos e começou a empurrar com forca o meu rosto contra a buceta dela. Eu quase me afogava.
Tirei a sua calcinha e voltei para a mesma posição, puxando o travesseiro da mão dela. Percebi a sua expressão de não entender direito quando eu suspendi a sua região lombar, colocando o travesseiro debaixo de sua bunda. Mas logo que retomei as minhas chupadas ela se ligou, e ficou definitivamente fora de si. Com aquele travesseiro estrategicamente posicionado, o seu cuzinho ficou mais à mostra, numa ótima posição para ser chupado e penetrado. Comecei a explorar as redondezas daquele buraquinho com a minha língua, e a respiração dela ficou mais forte.
– Ai meu Deus, ai meu Deus... Esse moleque me mata... Gemia feito uma gata.
O líquido que escorria da sua buceta melava todo o seu cuzinho, e eu não podia desperdiçar tão convidativa refeição. Lambi seu cuzinho com gosto, chupei o cuzinho dela como se fosse o último. Que cuzinho lindo ela tinha! Enquanto enfiava minha língua naquele buraco, um dos meus dedos brincava num vai-e-vém naquela buceta que pulsava. Com o dedo bem lubrificado, passei a explorar mais profundamente aquele cuzinho, que o recebeu com muita hospitalidade. Ele entrava e saia de uma forma deliciosa. Com maestria, ela afrouxava o cú quando meu dedo entrava, e o apertava quando saia, como se não quisesse deixá-lo ir embora. Mas ele voltava, sempre voltava. Ia e voltava.
Enfiei dois dedos. Ela se contorceu toda. Ficou arrepiada. Eram dois dedos que iam e voltavam.
– Quero mais... Quero seu pau no meu cú... Quero agora!
– O quê? Perguntei surpreso.
– Vem, come o meu cú, vem...
Não pensei duas vezes. Deitei-me ao lado dela, e a virei de costas pra mim. Encaixei meu corpo no dela, e minha mão guiava meu pau à procura daquele buraquinho. Encontrei.
– Vem... Mete gostoso... Me fode... Fode a sua tia vagabunda, fode!
Entrou a cabecinha.
– Ai...
– Agora agüenta, filha-da-puta!
E fui socando, empurrando. Em pouco tempo meu pau estava entalado todinho dentro dela. Ela se contorcia e me apertava, me arranhava querendo mais, mais.
– Fode com força, fode!
Eu meti forte. Meu pau anunciava o gozo que estava por vir. O cú dela era apertado e delicioso, eu não agüentaria muito tempo.
– Aaai, aaaai, aaaaai...
Senti que ela gozou quando cravou suas unhas na minha bunda. Filha-da-puta, doeu pra caralho! Aquilo me deixou com mais tesão, um tesão enraivecido. Senti as pernas dela tremerem, e seu corpo se contraia em espasmos.
– Filha-da-puta, vou gozar no teu cú, sua vaca!
E meti com força no cú dela. Soquei com força, ela puxou o travesseiro novamente, enfiou a cara nele. Vi que estava com dor, mas não queria nem saber, queria mesmo arregaçar aquele cú. E ela não negava fogo, rebolava como uma vadia, queria mais. Aquilo foi o cúmulo pra mim, e eu gozei um rio de porra dentro dela. Por um segundo eu saí de mim mesmo, fui até o céu, vi as estrelas... Tudo ficou escuro, morri e ressuscitei num quarto abafado, com meu pau encravado no cú da minha tia, despejando as últimas gotas de porra. Ela, se esparramava desfalecida de tesão na cama.

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